Ikebana
Oficina de Ikebana,
a arte japonesa de arranjo floral
10.05.2026: Símbolos da Primavera
Neste workshop, exploramos uma combinação rara entre forma estruturada e narrativa simbólica. Cada participante irá criar uma peça autoral: um ikebana que transporta um significado específico e reflete a estação atual a nível pessoal.
Maio é o momento em que a primavera atinge o seu auge; a natureza está plenamente aberta e prepara-se para a transição para a próxima estação. Através do trabalho, iremos procurar criar uma expressão final desta primavera.
Tamara irá apresentar os fundamentos desta arte com 500 anos de história e partilhar técnicas profissionais das escolas japonesas de ikebana. Cada participante irá aprender as competências práticas necessárias para trabalhar os materiais e traduzir estes princípios ancestrais na sua própria prática.
Tamara irá sugerir vários elementos simbólicos tradicionalmente associados à primavera no Japão, e iremos relacioná-los com a natureza portuguesa que nos rodeia, o lugar que habitamos e a sua própria identidade.
Esta composição funcionará como uma ponte entre a abundância e o minimalismo. O foco estará nas linhas depuradas e no significado profundo de cada elemento utilizado, procurando criar obras contidas, mas profundas.
Informações úteis
Horário: 10.05.2026, 11:00–13:00
Idioma: inglês
Idade: a partir dos 12 anos (menores de 14 anos devem ser acompanhados por um adulto)
Lotação: 12 participantes
45€
*A realização da atividade está sujeita a um número mínimo de participantes inscritos. Em caso de cancelamento, os participantes serão notificados com antecedência e o valor da inscrição será reembolsado.
Sobre Tamara Frangoni
Tamara Frangoni é mestre em Ikebana pela Escola Sogetsu (Japão) e cenógrafa europeia. Pratica Ikebana desde 2016. Com base na sua experiência floral, Tamara criou composições e cenários para marcas e revistas de moda, incluindo Vogue, Elle, L’Officiel, GQ, entre outras.
A sua missão é ajudar as pessoas a reconhecer a beleza nas coisas comuns e a percebê-la no quotidiano, através de um contacto profundo consigo próprias e de uma presença genuína na realidade:
“O meu trabalho é colocar um espelho chamado ‘Ikebana’ diante de uma pessoa, para despertar os cinco sentidos e conectar a mente com o momento presente.”